Russas–CE, Quinta–feira, 19 de Outubro de 2017

Tecnologia
Bateria movida a ar pode guardar at 10 vezes mais energia
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Poder haver um tempo em que iro cobrar pelo ar que a humanidade respira. Enquanto isso no acontece, a bateria movida a ar, noticiada pelo site CNET, pode ser uma idia no s econmica, mas tambm ecolgica.

De nome STAIR (St Andrews Air), ela promete ser to leve quanto uma bateria de Ltio tradicional, mas com capacidade para armazenar de 5 a 10 vezes mais energia do que sua concorrente atual. Ao se descarregar, o oxignio presente no ar penetra na pea e reage com um componente de carbono poroso presente em seu interior. Essa reao cria mais energia.

Uma bateria comum, composta de ons de Ltio, contm um eletrodo negativo de grafite, um eletrodo positivo de xido de Cobalto e Ltio e um eletrlito de sal de Ltio. O vai e vem dos ons de Ltio durante o carregamento e o descarregamento de uma bateria liberam eltrons para alimentar o aparelho ligado a ela, explicou o site New Scientist.

Segundo o site OhGizmo!, os criadores da bateria a ar afirmam que ela pode ser recarregada aproximadamente 10 vezes mais do que as baterias atualmente disponveis no mercado, e ainda pesar menos. A STAIR poderia ser utilizada em laptops, celulares e at em carros eltricos, noticiou o blog de tecnologia e cincia do site Telegraph.

“Os benefcios so que ela muito mais leve e muito menor, ento melhor para ser transportada junto a pequenos aparelhos”, informou Peter Bruce, professor do Departamento de Qumica da Universidade de St. Andrews, aonde a STAIR est sendo desenvolvida. “O tamanho tambm crucial para qualquer um que esteja projetando carros eltricos e que precisam manter o peso dele o menor que puderem”, completa.

Bruce tambm alerta para o meio ambiente, que menos prejudicado com sua bateria, e ainda previne o consumidor de ficar na mo. “Armazenamento tambm importante para o desenvolvimento da energia verde. Voc precisa armazenar energia porque as energias solar e elica so intermitentes”, disse. A nova tecnologia deve chegar ao mercado em cinco anos.

Fonte: http://info.abril.com.br - 23/05/2009

Enviado em: 26/05/2009
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